"E, ao mesmo tempo, você estava amadurecendo uma mudança sua e a coisa toda doía, doía. Mas eles não perceberam. Porque a demanda sobre a vaidade deles era grande demais, importante demais, imprescindível demais pra sua poesia."
Marla de Queiroz
Fico por ai no meu autismo olhando as pessoas meio de lado, com a boca fechada e exercitando a paciência, me sinto um bicho estranho perto dos outros já que ser feliz faz parte do meu dia, e sim eu optei por ser feliz, independente dos desencontros que a vida me oferece.
Ando cada dia mais incomodada com as coisas superficiais, com as mulheres mal amadas, com os homens que fingem que elas são um relógio em cima da geladeira, e as muitas que ficam no sistema delivery.
Tem dias que acho que meu olho nem vai abrir por excesso de rímel, e mesmo assim não me sinto de máscara, porque só não me enxerga quem não quer, estabeleço meu limite e exijo que ele seja respeitado.
Mas só entende de verdade aquele que tá na mesma onda e isso é natural já que na minha vida só atraio o que é comum a mim.
Sigo observando, hora dando risada e hora irritada com tamanha futilidade e falta de bom senso.
A minha porta está sempre fechada, e tem um balde com água bem embaixo da janela pra molhar o malandro que tentar entrar.
Reza a boa educação que batam na porta, e garanto muitos podem bater até quebrar a mão porque nesses casos o barulho não me importa.

Um comentário:
Mais uma vez perfect!!!
Mais uma vez pensamos parecido! rs
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