quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

É bom e eu gosto...



Então mais um vez eu aqui abrindo o jogo de coisas tão minhas, nunca parei para falar claramente sobre o que penso da minha família, hoje pra mim essa palavra mudou um pouco de figura, hoje família é pra mim é uma porção de pessoas divididas em núcleos, e cada núcleo com suas formações e particularidades. Veja bem meu núcleo é composto por mim, meu marido e nosso filho, agregando nossas mães e irmãos. E esse núcleo se agrega a outros dentro de um contexto e vai espalhando-se em primos, tias, sobrinhos e coisas desse gênero.
Obvio( pra mim) que como em tudo que envolve muita gente existem aqueles com que temos afinidades e aqueles que não temos, e como deve ser em qualquer lugar dentro da família aqueles que não temos afinidades merecem nosso respeito.
Bom já que está claro meu pensamento sobre família e minha visão das coisas, então quero lembrar que dentro dessa sociedade existem  brigas, e elas normalmente começam num jogo de truco, e terminam em pizza e promessas lindas (no natal) de um novo recomeço.
Veja bem, sei que ninguém é obrigado a me aceitar e nem mesmo a concordar com que vou dizer mas dentro de uma sociedade temos nossas obrigações e nossos direitos. Eu tenho o direito de pensar que a matriarca de uma família é aquela que junta todos esse núcleos, o que não é o caso de algumas pessoas quem vem querendo assumir essa posição dentro da sociedade "Lazari", ela pode até tentar, mas não une todos os elos não é mesmo?
Assim como me sinto no direito de dizer a todos trabalhei durante o dia todo e estou cansada, quero ficar com os meus  para descansar e não tenho que cumprir com nada fora dos horários que eu realmente estou disposta, portanto se os integrantes da minha família me pedem pra fazer algo, farei dentro do meu prazo e não no momento que os agrada, porque como disse anteriormente meu núcleo familiar (eu, marido e filho) é realmente mais importante do que qualquer outra coisa (isso inclui meu trabalho e meu cachorro) e não vou abrir mão dele para agradar a ninguém.Combinado?Por mim combinadíssimo!
Não tenho o bom hábito de me fazer de "Kátia Cega" e sei de todas as fofocas que rola na minha sociedade famíliar com a diferença que me envolvo quando quero e só abro mão das minhas conclusões (que até então são as mais certas) depois de bons argumentos.
Tudo o que for  falta de bom senso, falta de respeito, falta de consideração ou birra de criança mimada (dentro do padrão Nathalia Lazari de ser) pra mim é altamente dispensável, e todo modo ofensivo de referir-se a mim e aos meus será pra mim dispensável.
Com uma diferença da época que eu era criança, antes eu pensava que o respeito era uma coisa que tínhamos que conquistar, hoje tenho certeza que é uma obrigação me darem.
Ao não seu que eu trepe em cima da sua cama sem prévia autorização.
Todo o resto resolve-se com um pedido de desculpas,  sem ele  benzinho: Daqui não sai nada.

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